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Cidade : Audiência Pública sobre o CINE ICARAI
Destaque do(e) Marcus em 15/07/2009 09:31:09


Audiência Pública sobre o CINE ICARAI traz avanços na luta pelo 1º Espaço Cultural e de Juventude da Zona Sul de Niterói



Ontem a noite Dia Mundial do Rock por iniciativa do Vereador Renatinho após solicitações de Entidades Civis como a FESN(Federação dos Estudantes Secundarios de Niterói), a Associação Sócio Cultural UZINA ECO ARTE e o Araribóia Rock aconteceu no dia 13 de Julho de 2009 as 19 horas da noite uma importante Audiência Pública sobre os rumos do tradicional CINE ICARAI - tradicional e histórico Cinema de Niterói que infelizmente por causa do interesse da especulação imobiliaria em construir um Prédio Comercial ou Residencial no local estar fechado e hoje é foco de Insetos e do Mosquito da Dengue!

Na Audiência Pública sobre o Cine Icarai participaram importantes Instituições do Poder Público e da Sociedade Civil organizada na qual todos foram unânimes enquanto a importancia da preservação do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Cultural do CINE ICARAI e foi consenso de todos os presentes a Audiència Pública do Cine Icarai da importancia da implantação de um Espaço Cultural e de Juventude no local com Oficionas de Teatro, Dança, Música, Artes Plasticas, Videos, Exibições de Filmes, Educação Ambiental voltado para a população dos Bairros de Icarai, Santa Rosa e adjacentes em particular as Crianças, Adolescentes e Idosos.

Participaram da 1º Audiência Pública sobre o CINE ICARAI as seguintes Autoridades Públicas e Instituições da Sociedade Civil:

* Vereador Renatinho - Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Vereadores de Niterói

* Vereador Waldeck Carneiro - Vice-Presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Vereadores de Niterói

* Secretario Municipal de Cultura Claudio Valerio

* Doutor Luciano Matos - Promotor de Justiça do Ministério Público Estadual

* Ex Vereador Paulo Eduardo Gomes

* Augusto Cesar - Presidente do Núcleo do IAB Niterói

* Pedro da Luna - Representante do Araribóia Rock

* Marcio Luiz - Diretor da FESN - Federação dos Estudantes Secundarios de Niterói e Vice Presidente da UZINA ECO ARTE

* José de Azevedo - Presidente do CCOB(Conselho Comunitário da Orla da Baía de Niterói)

É importante registrar a presença de Ongs de Niterói e de Movimentos Pró CINE ICARAI.

- O Vereador Renatinho autor do requerimento que deu origem a Audiência do Cine Icarai fez um breve balanço da luta pelo CINE ICARAI e a urgente necessidade da criação de um Espaço Cultural no local.

O Atuante parlamentar defensor da Arte e da Cultura de Niterói defendeu ainda a Municipalização do CINE ICARAI.

- O Vereador Waldeck Carneiro fez questão de afirmar que a necessidade da criação de mais Espaços Culturais Populares na Cidade de Niterói e a urgente preservação do CINE ICARAI.

- O Secretario Municipal de Cultura Claudio Valerio fez questão de afirmar que a prioridade da Prefeitura de Niterói é com a valorização da Cultura e da Arte na Cidade e que a Secretaria Municipal de Cultura estar aberto para dialogar com a Sociedade Civil e o Poder Legislativo Municipal soluções e alternativas para o CINE ICARAI.

- O Promotor de Justiça Luciano Matos do MP(Ministério Público) fez um breve balanço da participação do MP RJ na luta pelo tombamento do CINE ICARAI e elogiou a participação da Sociedade Civil que vem lutando pela preservação e criação de um Espaço Cultural no local.

- O Presidente do IAB Niterói Augusto Cesar fez questão de afirmar a luta dos Instituto dos Arquitetos de Niterói pelo Cine Icarai desde o memento que a Instituição encaminhou o pedido de tombamento.

- O Representante do Araribóia Rock Pedro da Luna fez questão de afirmar a urgente necessidade de criação de um Espçao Cultural voltado para a população e a Juventude no CINE ICARAI e fez um breve balanço da luta dos Músicos de Niterói nos últimos anos pelo CINE ICARAI.

- O Representante da FESN(Federação dos Estudantes Secundarios de Niterói) e da Associação Sócio Cultural UZINA ECO ARTE Marcio Luiz defendeu a criação de um Espaço Cultural e uma Casa de Juventude no CINE ICARAI e fez a proposta de criação de uma Comissão Pró Espaço Cultural no CINE ICARAI com a participação de Entidades Civis e de Vereadores de Niterói com objetivo de agendarmos uma Reunião com o Prefeito Jorge Roberto Silveira proposta esta que foi também defendida pelo Jovem Rafael da Juventude do PSOL e aprovada por unananimidade por todos os presentes na Audiência.

O representante da FESN e a UZINA ECO ARTE também defendeu durante a Audiência a importancia da criação de Espaços Culturais e Esportivos como Lonas Culturais e Vilas Olimpicas em Niterói.

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Cidade : Zona Sul de Niterói se sente insegura
Destaque do(e) Marcus em 20/04/2009 08:24:37


Medo e pânico podem ter significados bem parecidos no dicionário: o medo caracteriza receio, terror, ou susto. Já o pânico é aquilo que assusta súbita ou violentamente sem razão ou geralmente por motivos infundados. Ao avaliarem as causas que levaram os moradores de Icaraí e adjacências a ficarem aterrorizados em tão pouco tempo com a recente história do "maníaco da faca", especialistas em segurança pública e distúrbios comportamentais chegaram à seguinte conclusão: "a Zona Sul de Niterói sofre de histeria coletiva".

"Nós realizamos julgamentos de coisas que vimos, e ouvimos. Contudo, a preocupação com o bem-estar e a integridade física existe em todos. O ser humano possui o instinto de sobrevivência e proteção, por isso ele se envolve e questiona esses possíveis ataques", explica a psicóloga da Universidade Federal Fluminense (UFF) Cristine Fares.

Segundo ela, a sensação de insegurança vivida por muitos moradores de Icaraí e Santa Rosa – que vêm sendo palco de recentes assassinatos, como o do dono do Bar do Nani, na Rua Ministro Octávio Kelly, no dia 15 de março; e o de um casal na Avenida Ary Parreiras, no dia 13, e ainda da atuação de um suposto psicopata – está deixando a população preocupada. Para o especialista em Segurança Pública Fábio Reis Mota, também professor da UFF, Niterói vem crescendo sem acomodações ou estrutura de vida para as pessoas. Há, ainda segundo ele, grande migração de bandidos do Rio para a cidade, o que ajuda a contribuir ainda mais com a sensação de insegurança.

"Não há como prevenir o crime com o crescimento da população de rua que vive na Zona Sul. É preciso intensificar o policiamento e, principalmente, incentivar a comunicação entre policiais e população. Não basta o cidadão ser vítima, ele precisa notificar o fato, assim é possível estabelecer estratégias que combatam a criminalidade no total", avalia, concordando que a população passa por um momento de fragilidade.

"É de se estranhar que somente com o registro de um único caso de ataque na delegacia, este assunto tenha tido tanta repercussão", avalia, referindo-se ao caso do "maníaco da faca".

A 77ª DP (Icaraí), delegacia que investiga o recente atentado contra o comerciário de 25 anos atacado a facadas na Rua Miguel Couto, em Icaraí, no dia 4, já recebeu cerca de 40 telefonemas de pessoas pedindo informações sobre o caso. Na última semana, a titular da distrital, delegada Janaína Penegrino, usou a imprensa para tranquilizar a população, negando a existência do "maníaco da faca".

"A violência que antes era vista pela televisão em tiroteios, sequestros e assassinatos em massa, agora chega a Niterói, e isso aterroriza a população e acaba despertando o medo. A pessoa acaba achando que pode se tornar mais uma vítima", argumenta a psicóloga Cristine Fares, avaliando que a sensação estabelecida nestes moradores que ligam para as delegacias e se preocupam com a existência de um possível maníaco, não deve ser encarada como pânico, mas sim como uma histeria coletiva.

Segundo a especialista, a ideia de um maníaco na cidade foi absorvida tão rapidamente por todos, porque o ser humano precisa encontrar respostas e argumentos para os acontecimentos.

"Antes de nos preocuparmos com o perigo, queremos entendê-lo e, ainda, solucioná-lo. É justamente no encontro de respostas que se pode acalmar a mente humana", acrescenta.

A psicóloga ressalta que a situação de Niterói ainda não pode ser diagnosticada como caso de transtornos de pânico.

"Essa doença é trabalhada e diagnosticada de maneira individualizada. O caso que observamos hoje é coletivo, o medo, o temor e a vontade de se preservar contra um possível maníaco", explica.

Assunto tratado com seriedade em colégio

Em meio ao clima de insegurança que se instalou na Zona Sul, quem anda pela região tenta se proteger como pode. O entregador Alex Sandro Fernandes Silva, de 31 anos, conta que quando caminha pelas ruas, fica olhando para todos os lados, para verificar se está sendo seguido.

"Ando pelas ruas de Icaraí e Santa Rosa de bicicleta. Imaginem se o maníaco resolve me atacar?", questiona o trabalhador. "Acho que foi um pouco de exagero, já que só foi feito um registro na delegacia, mas na dúvida, é melhor não arriscar", acrescenta.

A notícia do "maníaco da faca" caiu como uma bomba nas conversas de corredores das escolas e bate-papos em áreas de lazer da cidade. No Instituto Abel e no Colégio Salesiano, em Icaraí, o tema foi tratado com seriedade. Durante alguns dias da última semana, agentes da 77ª DP (Icaraí) foram até às unidades de ensino para esclarecer à direção e aos professores que não existe "maníaco da faca" na região.

O professor Anderson Rocha da Silva, do Colégio São Vicente de Paulo, na Rua Miguel de Frias, contou que muitos alunos do 3º ano do ensino médio se mostraram assustados com o caso, enquanto outros satirizaram o personagem do "maníaco da faca".

"Cada adolescente é de um jeito. Tem os preocupados, que perguntam se eu já vi ou se estou com medo. Outros brincam. Apelidaram inclusive o 'maníaco da faca' com o nome de um personagem de um programa de televisão que tem o jargão ‘olha a faca’. Eu, pessoalmente, não creio que ele exista", avalia o educador.

Outra professora, Fabiane Demiere, contou que os alunos dela não estão levando o caso a sério.

"Não senti seriedade nos comentários dos meus alunos. Eles brincam com a situação pois acham que o 'maníaco da faca' não existe".

Já a bancária Régia Perdigão, de 39, moradora de Itaipuaçu, considera a Zona Sul muito perigosa. Ela sempre pede para os quatro filhos ligarem dando a localização e a hora em que vão chegar em casa.

"São todos pré-adolescentes e, por isso, o cuidado deve ser redobrado. Minha filha, que passa mais tempo em Icaraí, já teve inclusive pesadelo com este suposto maníaco. Ela ouviu a história na casa de uma tia e acabou ficando impressionada", conta.

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País : Bancos enfrentam dificuldades para falar a língua da classe média 'emergente'
Destaque do(e) Marcus em 29/03/2009 10:50:12


Segundo estudos, cartão de crédito cresce, mas 'fica na gaveta'. Maior parte da classe C tem conta em banco, mas usa pouco os serviços.

A festejada classe média emergente, que segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) representa mais de 50% da população brasileira, ou cerca de 100 milhões de pessoas, ainda não foi devidamente descoberta pelo setor bancário brasileiro.

Pesquisas mostram que os consumidores que nos últimos anos ascenderam à chamada “classe C” já têm alguma relação com o sistema financeiro – seja com conta-corrente ou cartão de crédito –, mas resistem em ampliar o uso desses serviços.


De acordo com a FGV, é classificado como classe C a família que tem renda total entre R$ 1,1 mil e R$ 4,8 mil por mês. Estudos relatam, no entanto, que a maior parte dessa nova classe média é composta por famílias que recebem entre R$ 1 mil e R$ 2 mil por mês.

É justamente neste chamado “núcleo da classe C” que se percebe traços de desconfiança com o setor bancário. Pesquisa da agência McCann Erickson com 2 mil pessoas mostrou que 35% dos entrevistados não compram mais produtos bancários porque acreditam que as instituições querem "roubar mais do que ajudar”.

Entretanto, isso não quer dizer que a classe C esteja fora do setor bancário. Segundo o Instituto Data Popular uma pesquisa nessa faixa de renda com 1,6 mil consumidores na capital e no interior de São Paulo mostrou que 80% deles já têm conta em banco e cerca de 70% possuem um ou mais cartões de crédito.

Excesso de burocracia

Entretanto, o excesso de burocracia e pedidos de comprovação de renda acaba afastando essa população das agências bancárias. Na pesquisa da McCann Erickson, 91% dos entrevistados disseram considerar os bancos burocráticos e cerca de 80% disseram que não querem maior relação com o setor porque “ganham pouco” ou “não têm salário fixo”.

Para o vice-presidente da McCann Erickson, Aloísio Pinto, a necessidade da “classe C” em não destoar do ambiente também distancia essa população dos bancos. ”(O setor) tem uma barreira de postura, não tem a proximidade que o varejo tem, não está falando a língua deles”, ressalta.

Esse distanciamento leva, segundo pesquisas, a um uso muito precário do sistema bancário por essa população. É comum, segundo o levantamento da McCann Erickson, que essas pessoas usem a conta-corrente apenas para sacar o salário no início do mês e guardem o cartão de crédito que fizeram na gaveta.

'Sem conta'

A diarista Valmira Rosa de Souza Silva, 33 anos, se encaixa no perfil do consumidor emergente que se mantém praticamente à margem do setor bancário. Ela recebe o dinheiro diretamente dos patrões e conta que o marido, o motorista Erivelto, só usa a conta bancária para retirar o dinheiro do salário, no início do mês.

Valmira tem um cartão de crédito Visa, com um limite de R$ 390, que fez nas Casas Bahia, mas conta que nunca usou o meio de pagamento. “Fiz por pressão da minha cunhada, que foi comigo na loja. Estou pensando em cancelar”, explica, dizendo que gasta R$ 3,70 por mês só para manter o cartão ativo.

Pais de quatro filhos, Valmira e Erivelto ganham, juntos, aproximadamente R$ 1,8 mil por mês. Moradores da Vila Remo, na periferia de São Paulo, eles pagam as contas ao receberem os salários. Com o dinheiro na mão, quitam aluguel, água e luz, compram botijões de gás e fazem umas compras de itens básicos “do mês” no supermercado.

Atualmente, o casal arca ainda com as prestações de duas camas tipo beliche adquiridas nas Casas Bahia, onde dormem as crianças. O que resta, conta Valmira, é administrado ao longo do mês para a compra de pequenas necessidades, como ovos, verduras e carne para a “mistura” das refeições.

Valmira e Erivelto ilustram o que os especialistas em classe C classificam como “a confiança do dinheiro na mão”. Para o diretor do Instituto Data Popular, pagar as contas de uma vez é uma forma de investir o dinheiro logo, evitar que ele desapareça. “(A pessoa) investe de alguma maneira. O dinheiro parece uma coisa quente na mão, meio perigosa.”

'Troféu'

Ao ter contato com novas formas de pagamento, como o cartão de crédito, essa população muitas vezes mete os pés pelas mãos ao usá-las – por isso, segundo uma pesquisa da Mastercard, muita gente da classe C, como Valmira, tem o cartão de crédito como “troféu” – ou seja, o usuário emite o cartão, mas não o usa.

De acordo com os dados da Mastercard, o cartão ainda é visto como uma “porta para o endividamento”. Segundo Haroldo Torres, diretor do Instituto Data Popular, ainda não está sedimentado o entendimento de que o pagamento do valor mínimo da fatura pode virar uma “bola de neve” e se transformar de débitos.

Por isso, uma ferramenta de consumo consciente desenvolvida pela administradora de cartões – que inclui folhetos e também um site de finanças pessoais – tem como um dos principais ao conselho aos novos usuários: “o cartão de crédito não é dinheiro grátis”.

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Grande Rio : Blitz de bafômetro volta com prisão de quatro
Destaque do(e) Marcus em 21/03/2009 07:13:23


Operações vão acontecer sempre de quinta a domingo à noite. Ontem, fiscais apreenderam 26 carteiras de habilitação na Barra, Centro, Tijuca, Niterói e Baixada

Rio - Quatro motoristas foram presos, e 26 habilitações,apreendidas na volta da Operação Lei Seca, ontem de madrugada. Ao todo, 165 pessoas passaram pelo teste do bafômetro nas seis blitzes montadas no Rio e na Baixada. Ninguém se recusou a soprar no aparelho Na mesma noite, uma pessoa embriagada dirigia um caminhão na BR-101 Norte (Rio-Campos) quando foi detida pela Polícia Rodoviária Federal.


As blitzes, que serão realizadas de quinta a domingo, foram montadas na Barra, Centro, Tijuca, Niterói, Caxias e Meriti. Somente na Barra, bairro com maior índice de acidentes da cidade, dois motoristas foram encaminhados para a delegacia. O vendedor Aloísio Faria Tavares Sobrinho, 46, foi um deles. Nervoso e chorando muito, ele criticou a operação.

“Acho que essa lei deveria ser mais discutida. Não acho que no meu estado ofereça perigo no trânsito! E quem consome drogas? Passaria sem problemas no teste!”, reclamou Aloísio, que apresentava 1,3 mg de álcool por litro de ar expirado, quantidade quatro vezes maior do que o limite previsto em lei para a detenção.

O estudante Thales Neuhaus Tarre, 20, também foi reprovado no bafômetro e encaminhado à 16ª DP (Barra). Além de apresentar 0,32 mg de álcool por litro de ar, seu veículo estava com documentação vencida e foi recolhido. Os quatro detidos por equipe do Detran-RJ e polícias Militar e Federal pagaram fiança e foram liberados.

Na Rio-Campos, Jorge Pedro Lima, 41, dirigia um caminhão com 0,99 mg de álcool por litro de ar e foi detido. De acordo com a lei, quem tiver até 0,3 mg terá o direito de dirigir suspenso por um ano e precisará pagar multa de R$ 957,70. Acima deste nível, o motorista será conduzido à delegacia e poderá pegar uma pena de até três anos de prisão.

ACIDENTE MATA UM

Em São Cristóvão, um jovem morreu na noite de quinta-feira. Anderson Inácio da Silva, 24, bateu em muro em frente à estação de trem da Mangueira, rodou na pista e colidiu com ônibus. Ontem à tarde, acidente sem feridos deixou parte da Barra sem luz e sem sinais de trânsito. Um ônibus derrubou poste na Av. Ayrton Senna.

Pagamento de seguro por acidente mais rápido

A Medida Provisória 415/2009, editada em dezembro, com critérios para pagamento de indenização do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT), pode agilizar a liberação do dinheiro. Antes da mudança, os valores para perda total ou de movimentos de partes corpo estavam descritos em duas tabelas, uma internacional e outra do Ministério do Trabalho. Isso permitia mais recursos judiciais e protelava por anos o pagamento da indenização.

Com a nova tabela estabelecida pela Medida Provisória, tanto os pedidos de indenização, quanto os recursos, poderão ser formulados com mais precisão de acordo com o acidente, como o valor da compensação por perda de cada dedo da mão.

A indenização pela perda de um dedo mínimo, por exemplo, é de R$ 1.620. Quem fica cego de um olho recebe R$ 4.050. Para a surdez total, pagam-se R$ 5.400 e para a paralisia total de um joelho, R$ 2.700. Amputação de braço ou perna valem o mesmo: R$ 9.450.

Em caso de morte, invalidez ou perda completa dos pés a indenização é de R$ 13,5 mil. Este é o valor máximo pago pelo seguro, o que não foi alterado pela MP.

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Grande Rio : Homem morre em academia no Centro de Maricá
Destaque do(e) Marcus em 11/03/2009 09:25:33


O estudante de Direito Fabrício Curvelo Soares, de 32 anos, morreu, na manhã de ontem, na Mad Academia de Ginástica, localizada na Rua Barão de Inoã, no Centro de Maricá. De acordo com testemunhas, Fabrício teria se sentido mal ao subir em um aparelho de esteira por volta das 9h30. Segundo a 82ª DP (Maricá), onde o caso foi registrado, ele teria sofrido um infarto fulminante.


O titular da distrital, Sérgio Caldas, afirmou que algumas questões ainda precisam ser esclarecidas na elucidação do caso.

"Já tive a informação de que ele caminhou por cinco minutos e caiu desacordado. O caso por enquanto não tem nenhum indício de crime", disse o delegado que colheu, de maneira informal, o depoimento da proprietária da academia, Eliane Fontes, e do professor de Educação Física Ricardo Valente Soares, de 45, que estavam no estabelecimento na hora da morte do rapaz.

"Somente com o resultado do laudo laboratorial do cadáver nós poderemos avaliar se a vítima tinha ingerido algum tipo de medicamento irregular", salientou.

Nos depoimentos, o delegado tomou conhecimento de que Fabrício, que na cidade era conhecido como Mossoró, não tinha ficha de acompanhamento das atividades.

Ele teria passado recentemente por uma cirurgia de redução do estômago e, por conta disso, estaria tomando medicamentos responsáveis pela perda de 30 quilos. Por ser bolsista da academia, Fabrício não teria feito exames específicos para avaliar as condições físicas.

"Vamos investigar se ele realmente fez a cirurgia de redução de estômago. Já sabemos que ele perdeu 30 quilos em apenas um ano e estava voltando a se exercitar", frisou o policial.

A proprietária da academia onde Fabrício morreu, Eliane Fontes, é ex-mulher do deputado estadual Tucalo Dias(PSC). O parlamentar confirmou que Fabrício era seu amigo e classificou a morte dele como uma fatalidade.

"Era nosso amigo e utilizava a academia para se exercitar. Como era bolsista, não tinha ficha cadastral. O que houve foi uma fatalidade", classificou Tucalo.

O deputado acrescentou ainda que a direção da academia prestou socorro ao rapaz, e que está tomando todas as providências necessárias. Na delegacia, Eliane Fontes não quis prestar declarações para imprensa.

No local nenhum familiar quis se pronunciar sobre o assunto. O corpo de Fabrício foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Itaboraí. Ainda não há informações sobre o enterro de Fabrício.

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